terça-feira, 22 de maio de 2012

ELES NÃO FORAM FELIZES PARA SEMPRE...

Um olhar sobre a construção do feminino na sociedade e para a representação da mulher e do amor na literatura. O que pode acontecer quando a princesa beija um sapo e não desfaz o feitiço?
Performance realizada durante o Evento ruído.gesto/RG ação & performance.
2011. Rio Grande-RS
Dur: 2hs
Imagens:
Diogo Dornelles
Flávia Leite
Marcelo Gobatto


Minha gratidão a todos que trabalharam para que um evento sonhado se tornasse um evento dos sonhos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

POSSIBILIDADES


Performance que aborda a questão da liberdade da mulher sobre seu próprio corpo. A idéia glorificada de  maternidade e  de  gênero,  tida como comum a todas as mulheres,  é questionada pela ação  de quebrar, um a um,  420 ovos onde estão escritos nomes próprios.  A repetição e o tempo lento da execução geram um ambiente  imersivo que envolve a  todos.
Performance realizada durante o Festival Performance Arte Brasil.
MAM -RJ. março de 2011.
dur: 60 min

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

CARTA

Performance realizada no Plataforma Performance
Galeria de Arte do DMAE
Porto Alegre
2010
Duração: 60 min

 


Sinopse: Franz Kafka escreveu  sua “Carta ao pai” em 1919, quase 100 anos depois, ela mantém sua atualidade: somos presas de nossas lembranças e condicionamentos. Buscou-se então  atualizar a carta de Kafka incluindo o gênero feminino no texto. Nesta performance reflete-se sobre as relações entre pais/mães e filhos/filhas, a educação e seus traumas e os efeitos da memória sobre nossos sentimentos e percepção de nós mesmos.

Material utilizado:
Corpo, urina, banco de madeira, bacia, corda, cópia manuscrita em papel, fio e lâmpada

CORPO-CONTÍNUO

Realização de ações performáticas diárias durante a mostra Sustentações.
Porão do Paço Municipal de Porto Alegre
2009



Sinopse:

“Ações continuadas
Corpo atuante
Corpo em trabalho diário.
Movimento contínuo | moto-contínuo | CORPO-CONTÍNUO   
Falas que sustentam práticas e discursos:
jurídicos – artísticos –  políticos...
Práticas e discursos que protegem e ocultam.
Revelam e apagam.
O processo de trabalho:
Ir ao porão do Paço diariamente.
Trocar de roupa.
Ler durante 1 hora textos usados para sustentar pensamentos e ações.
Todos os dias úteis entre 24 de novembro e 22 de dezembro. 01 hora diária:
terças, quintas e sextas das 13:30 às 14:30 / segundas e quartas das 11hs às 12hs.”

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CHICAMATAFUMBA



Chicamatafumba é um grupo de intervenção urbana que realiza ações performáticas que dialogam com a dinâmica do meio urbano. Ele surgiu em julho de 2009 a partir de conversas e discussões entre as componentes Ana Paula Tomimori e Thaís Leite sobre as suas reflexões entre as estruturas sociais, políticas, as relações urbanas e artísticas. Estas convidaram os artistas Leandro Machado e Claudia Paim para participarem, pois uma parte significativa da suas produções se relacionavam com os pontos debatidos pelas duas e suas dinâmicas confluíam para um processo criativo em conjunto.

Nossas atividades se desenvolvem da seguinte maneira: o grupo se encontra na casa de um dos integrantes, cada um com um caderno em mãos, contam histórias, rabiscam ideias, fazem observações, planejam com esboços. Estes cadernos são trocados a cada novo encontro. Assim, as anotações são transformadas em material latente de projetos poéticos.

O registro de nossas ações pode ser visto em chicamatafumba4.blogspot.com



"somos 4 com 4 cadernos circulantes
pensamentos cruzados
anotAções em reunião,
caderno na mão e idéias fluindo
anotações a sós e em grupo
"Nós" somos feitos por muitos "eu"
desenhos, rabiscos misturados a falas,
idéias soltas,
impressões e sensAções..."
tHAÍS, lEANDRO, cLAUDIA e aNA
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abrAção


Com Núcleo Constantin
2009

Sinopse: ação realizada em um metrô de superfície que interliga a Grande Porto Alegre.

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 sentAção



Com Núcleo Constantin
2009


Sinopse: ação realizada em um metrô de superfície que interliga a Grande Porto Alegre.

 "Somos 4.
Tão bom fazer. Melhor ainda quando fazemos juntos.
Gostoso de ver como as idéias vão se torcendo e ganhando corpos que são quase etéreos por estarem sempre se recompondo. Cada um lança opiniões que fazem com que as idéias se metamorfoseiem a uma velocidade quase que muito grande.
É  bom. É divertido. E descoberta sempre. Nada de ter certezas... elas duram um nada!
Cada um com um caderno na mão. Os pensamentos e as decisões vão sendo anotadas entre desenhos, setas, rasuras. A cada encontro os cadernos trocam de mãos.
Levar o caderno pra casa e folhear durante a semana...ver o outro ali (como se registra...se inscreve nas folhas sem linhas). Rastros.
A indefinição é um estado soberano. Obrigando a estarmos sempre atentos ao que se anuncia a todo o momento pela boca dos parceiros.
Ação. Já temos duas: abrAção e sentAção.
abrAção = muitos se abraçam mútua e simultaneamente.
Local: qualquer vagão do Trensurb durante seu trajeto diário
Hora apropriada: quando ninguém espera
Início: silencioso
Desenvolvimento: lento
Fim: inesperado.
O que fica: não sabemos. Talvez o tempo da ação seja o seu tempo de permanência. Será necessário mais? A captura do olhar do usuário do trem no tempo da ação. Tempo em si mesmo. Sem passado.
sentAção = muitos corpos ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo
Entramos em algum vagão do trem e começamos, um a um, a sentar no colo um do outro. Uma fila de corpos dando colo.
Provocação: riso
Desafio: mantermos a seriedade (riso contagia, felizmente!)"


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inundAção

ver em chicamatafumba4.blogspot.com

Ação realizada durante a SEU - Semana Experimental Urbana.
Porto Alegre
2010

Sinopse: ação elaborada pensando a estrutura do Edital da Semana Experimental Urbana (SEU), um evento que visou explorar o espaço urbano de Porto Alegre através das artes visuais. Foi convidado o músico Ulisses Ferreti que colaborou tanto na captura quanto na edição deste som e também na realização da ação. Cada integrante se equipou com um CD Player, oculto em mochilas ou sacolas. A finalidade era reproduzir o som captado no rio, nas linhas de ônibus urbano. Não havia um rumo pré-estabelecido, foi combinado, apenas, que cada um sentaria em um ponto distinto do ônibus e que, de um a um, disparassem o som para que se somassem à paisagem do ônibus, até tomá-lo por completo e assim deveria permanecer um bom tempo. Ao poucos cada participante, diminuiria a intensidade do som até cessar por completo. Cada um, então, tomava o caminho da saída e o fazia sem qualquer tipo de comunicação com os demais integrantes.